"Um peixe e um pássaro podem se amar. Mas onde viveriam?"
Esta é a frase que resume quase tudo o que senti ao longo de meses e meses, e que de uma forma ou de outra, ainda sinto. É assim este conflito entre os sentimentos repletos de sonhos, onde tudo parece poder acontecer e a realidade dura e castradora, que tantas vezes nos faz desistir desses sentimentos.
Quantas vezes deitei a cabeça no travesseiro e chorei de desespero, com vontade de desistir do meu sonho e com medo de enfrentar a realidade. Talvez por ser demasiado fraca (embora a olhos alheios possa parecer de uma força gigantesca), eu nunca desisti do meu sonho, mas também nunca enfrentei de fato a realidade.
Sempre estive no meio de um muro, sem saber exatamente para que lado pular.
A realidade de que vos falo resume-se apenas a algumas, poucas, pouquíssimas pessoas a quem eu tenho a sorte de chamar de "meus". A minha família. Aqueles que por me quererem tão bem têm sido os únicos a fazer-me duvidar de mim mesma. Das minhas escolhas. E esta é a maior de todas as dores. O medo de perdê-los. O medo do que virá quando eu for efetivamente obrigada a enfrentar o mundo, a enfrentá-los a todos. Hoje, quando o assunto ganhou forma, senti-me apenas estranhamente calma mas ligeiramente sem forças para a batalha. Não sei como se explica o inexplicável, sobretudo quando se é especialmente fraca, como eu me sinto, e quando se trata das pessoas mais especiais e importantes deste mundo.
Esta é a frase que resume quase tudo o que senti ao longo de meses e meses, e que de uma forma ou de outra, ainda sinto. É assim este conflito entre os sentimentos repletos de sonhos, onde tudo parece poder acontecer e a realidade dura e castradora, que tantas vezes nos faz desistir desses sentimentos.
Quantas vezes deitei a cabeça no travesseiro e chorei de desespero, com vontade de desistir do meu sonho e com medo de enfrentar a realidade. Talvez por ser demasiado fraca (embora a olhos alheios possa parecer de uma força gigantesca), eu nunca desisti do meu sonho, mas também nunca enfrentei de fato a realidade.
Sempre estive no meio de um muro, sem saber exatamente para que lado pular.
A realidade de que vos falo resume-se apenas a algumas, poucas, pouquíssimas pessoas a quem eu tenho a sorte de chamar de "meus". A minha família. Aqueles que por me quererem tão bem têm sido os únicos a fazer-me duvidar de mim mesma. Das minhas escolhas. E esta é a maior de todas as dores. O medo de perdê-los. O medo do que virá quando eu for efetivamente obrigada a enfrentar o mundo, a enfrentá-los a todos. Hoje, quando o assunto ganhou forma, senti-me apenas estranhamente calma mas ligeiramente sem forças para a batalha. Não sei como se explica o inexplicável, sobretudo quando se é especialmente fraca, como eu me sinto, e quando se trata das pessoas mais especiais e importantes deste mundo.
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